Resumen
El presente artículo busca contribuir con el debate sobre las implicaciones curriculares de los conocimientos acerca de la dimensión corporal de los niños en el ámbito de la educación en la infancia. Se refiere a una investigación de maestría que buscó identificar las concepciones de cuerpo, niño y educación en la producción académica reciente de los estudios de la infancia. Tomó como corpus de análisis disertaciones de maestrías recientemente producidas (1997 a 2003) en diferentes áreas del conocimiento. Se buscó a partir de los datos recolectados establecer algunas implicaciones de los conocimientos acerca de las concepciones de cuerpo en la organización del cotidiano en las instituciones de Educación Infantil.
Palabras clave
Educación infantil, cotidiano, dimensión corporal.
Palabras clave descriptor
Educación de niños – enseñanza, evaluación curricular, cuerpo humano.
Transferencia a la práctica
El análisis de la producción académica indica la necesidad de una continuidad en los estudios que conduzcan a una comprensión más amplia de los niños y de su dimensión corporal, una vez que seguramente el cuerpo es destinatario privilegiado de parte substantiva de las prácticas educacionales. Es sobre el cuerpo que se ejerce el control, la represión y el castigo. En varios momentos, las acciones o no acciones de los niños son restringidas; hasta mismo las acciones que parecen comunes, como correr, saltar, rodar, querer o no dormir, querer ir al baño; querer quedarse sentado quieto o expresarse por medio de múltiples lenguajes.
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